
Façam amor, sexo, forniquem, procriem, não procriem, amem-se, respeitem-se. E se precisarem ou necessitarem mais do que isso, tal como transformar o casamento num contrato comercial (algo muito comum), esqueçam-no, vão a um notário e façam uma doação mútua, um testamento, o que quiserem. Se forem tradicionalistas e gostarem de comemorações e festas, convidem uns amigos, organizem uma cerimónia mais ou menos íntima, façam umas juras, atirem uma flores ao ar, bebam uns copázios e considerem-se casados.
Que se lixe o casamento. Só serve para quem gosta de divórcios.
Censura na Net!!!Sejam solidários. "calaram a boca" a Henrique Sousa:
ResponderEliminarhttp://inerte.horabsurda.org
só não concordo com a parte da zoofilia; pelo menos enquanto não pudermos ter a certeza de que é praticada com a anuência dos animais
ResponderEliminarO Casamento deverá ser uma instituição que as pessoas aceitam ou não, livremente.
ResponderEliminarTudo o resto é marginal e não passa de uma hipócrita manobra de diversão.